sexta-feira, 19 de novembro de 2010


Eu não quero te amar
Quero tirar você do meu pensamento
Não suporto mais este tormento
Deste amor sem fim, sem meio, e sem começar

Eu não quero te amar
Só quero te esquecer, acabar este meu desatino
Tirar-te para sempre do meu coração, de meu destino
Porque eu não quero mais te amar

Eu não quero te amar
Para não sofrer, para não mais chorar
Para poder novamente viver, sorrir, respirar

Para poder novamente alegre e feliz cantar
Buscando um alguém encontrar e poder amar
Por isto eu não quero te amar

Eu não quero te amar
Porque quero poder alegre acordar
E poder ver feliz os pássaros cedo cantar
Assim eu não quero mais te amar

Eu não quero te amar
Porque quero ver o dia lindo que esta a nascer
Saber que o entardecer ira me maravilhar
Por isto não quero te amar, e esperar alegre o escurecer

Eu não quero te amar
Para poder sair e procurar um alguém encontrar
Não quero sofrer com você a me espezinhar
Pois você esta sempre a me sufocar

Por isto eu não quero te amar
Porque você acaba todo dia com um pouco do meu viver
E eu quero viver, quero ver flores por onde eu caminhar
Quero encontrar um novo amor, que quando em casa chegar

Ela la estará feliz e contente, sempre a me esperar
Que eu possa leva-la para nosso quarto, e feliz então a beijar
E com doçura e caricias possamos enfim nos amar
Por isto eu não quero mais te amar

Quero com minha amada trocar as mais lindas caricias
Quentes fogosas alucinantes, que nos leve a doces delicias
Num êxtase supremo de um amor, que dentro de nós esta a morar
Por tudo isto, é que eu não quero mais te amar

Por fim eu não quero mais te amar
Porem não consigo, e sigo meu caminho a te procurar
Te amando cada vez mais, porque é impossível esquecer-te amor
É difícil, eu imaginar ficar longe de teu calor

Pois é impossível eu poder de ti um dia vir a esquecer
E assim vou sempre, procurando um dia te encontrar
Porque sem você não existe vida, é melhor morrer
Então para eu poder viver...Preciso de te amar...
By: Juliana Aquino.


sexta-feira, 12 de novembro de 2010


Aprendi que apesar dos tons cinzentos que me rodeiam, e dos sons da banalidade que me vão chegando, sou dona de um poder enorme que me faz viajar incólume para lugares só meus. Sítios que pinto com a paleta dos meus sonhos.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010


Hoje apresentei um trabalho no curso, e meu tema foi ''tolerância sexual''.
Então, vou aproveitar e postar aqui algumas coisas sobre esse assunto muito importante.



‘’É respeito pela liberdade de se relacionar sexualmente com outras pessoas de acordo com que cada pessoa se identifica. É respeito puro pela diversidade sexual.’’

Apresentar boletim escolar com notas ruins, bater o carro novo da casa, arrumar inimizade com o vizinho já são situações difíceis de enfrentar diante do tribunal familiar, com aquela atemorizante combinação de intimidade com autoridade dos pais. Imagine parar ali diante deles e dizer a frase: "Eu sou gay". Não é fácil para quem fala, menos ainda para quem ouve. As mães se assustam, mas logo o amor materno supera o choque do novo. Os pais demoram mais a metabolizar a novidade. A orientação sexual ainda é e vai ser por muito tempo uma questão complexa e tensa no seio das famílias. Isso muda muito lentamente. O que mudou muito rapidamente, porém, foi a maneira como a homossexualidade é encarada por adolescentes e jovens no Brasil. Declarar-se gay em uma turma ou no colégio de uma grande cidade brasileira deixou de ser uma condenação ao banimento ou às gozações eternas. A rapaziada está imprimindo um alto grau de tolerância a suas relações, a um ponto em que nada é mais feio do que demonstrar preconceito contra pessoas de raças, religiões ou orientações sexuais diferentes das da maioria.

A tolerância às diferenças, antes verificada apenas no ambiente de vanguardas e nas rodas intelectuais e artísticas, está se tornando uma regra - especialmente entre os escolarizados das grandes cidades brasileiras. Uma comparação entre duas pesquisas nacionais, distantes quase duas décadas no tempo, dá uma ideia do avanço quanto à aceitação dos homossexuais no país. Em 1993, uma aferição do Ibope cravou um número assustador: quase 60% dos brasileiros assumiam, sem rodeios, rejeitar os gays. Hoje, o mesmo porcentual declara achar a homossexualidade "natural", segundo um novo levantamento com 1 500 adolescentes de onze regiões metropolitanas, encabeçado pelo instituto TNS Research International. O mesmo estudo dá outras mostras de como a maior parte dos jovens brasileiros já se conduz pela tolerância em vários campos: 89% acham que homens e mulheres têm exatamente os mesmos direitos e em torno de 80% se casariam com alguém de outra raça ou religião. "À medida que as pessoas se educam e se informam, a tendência é que se tornem também mais intransigentes com o preconceito e encarem as questões à luz de uma visão menos dogmática", diz a psicóloga Lulli Milman, da Uerj. Foi o que já ocorreu em países de alto IDH, como Holanda, Bélgica e Dinamarca. Lá, isso se refletiu em avanços na legislação: casamentos gays e adoção de crianças por parte desses casais são aceitos há anos. No Brasil, onde não há leis nacionais como essas, a apreciação fica sujeita a cada tribunal.

Ainda que o preconceito persista em alguns círculos, atingiu-se um estágio de evolução em que professá-lo se tornou um gesto condenável pela maioria - um sinal de progresso no Brasil. Nas Forças Armadas, onde a aversão a gays sempre se pronunciou em grau máximo (apesar de o regimento interno repudiar a perseguição aos homossexuais), a diferença é que, agora, quando surge um caso desses entre os muros do Exército, o assunto logo suscita indignação. Ocorreu com um general que, neste ano, veio a público posicionar-se contra a presença de gays nas Forças Armadas. Sob pressão, precisou retratar-se. Recentemente, o lutador de vale-tudo Marcelo Dourado, 38 anos, surgiu no programa Big Brother Brasil, da Rede Globo, dizendo que "homem hétero não pega aids". Além de uma bobagem, a declaração foi tachada de preconceituosa - e a Globo precisou ocupar seu horário nobre com as explicações do Ministério da Saúde sobre o tema. Mesmo que às vezes usados como bandeira por bandos de militantes paparicados por políticos em busca de votos, pode-se dizer que tais episódios apontam para uma direção positiva. Afirma o filósofo Roberto Romano: "A experiência mostra que o desconforto com o preconceito cria um ambiente propício para que ele vá sendo exterminado".

A notícia de que um filho é homossexual continua a causar a dor da decepção a pais e mães (descrita pela maioria dos ouvidos por VEJA como "a pior de toda a vida"). Com pavor de uma reação violenta do pai, meninos e meninas preferem, em geral, contar primeiro à mãe. "Quando meu filho me disse que gostava de meninos, sabia que os velhos sonhos teriam de ser substituídos por algo que eu não tinha a menor ideia do que seria", relata a analista financeira paulista Suerda Reder, 41 anos. É com o tempo que a vida vai sendo reconstruída sob novas expectativas. Dois anos depois da revelação, o namorado de Victor, filho de Suerda, frequenta sua casa sem que isso seja motivo de constrangimento. Muitos pais já compreendem (com algumas idas e vindas) que, ao apoiar os filhos, estão lhes prestando ajuda decisiva. "Quando a própria mãe trata o fato com naturalidade, a tendência é que o preconceito em relação a ele diminua", diz a estilista gaúcha Ana Maria Konrath, 55 anos, em coro com uma nova geração de mães - também mais tolerantes. O que elas sabem por experiência a ciência em parte já investigou.

Segundo um estudo americano, conduzido pela Universidade Estadual de São Francisco, jovens gays que convivem em harmonia com os pais raramente sofrem de depressão, doença comum entre vítimas de preconceito.

Um conjunto de fatores ajuda a explicar o fato de a atual geração gay ser mais livre de amarras - alguns de ordem sociológica, outros culturais. Um ponto básico se deve à sua aceitação por outros adolescentes. Para esses jovens, o conceito de tribo perdeu o valor, como chamou atenção o antropólogo americano Ted Polhemus, por meio de suas pesquisas. Ele apelidou essa geração de "supermercado de estilos" - ou só "sem rótulos". Nesse contexto, não há mais lugar para algo como o grupo em que apenas ingressam os gays ou os negros, algo que as escolas brasileiras já ecoam. Antes fonte de tormento para alunos homossexuais, alvo de piadas, quando não de surras e linchamentos, o colégio se tornou um desses lugares onde, de modo geral, impera a boa convivência com os gays. Um sinal disso é que a ocorrência de casos de bullying por esse motivo tem caído gradativamente. "É também mais comum que eles andem de mãos dadas no recreio, sem ser importunados, ou que se tornem líderes de turma", conta a pedagoga Rita de Cássia, da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro. Os próprios colégios reconhecem que, no passado, conduziam a questão à sombra de certo preconceito. "Se surgia um aluno gay, tratava-se imediatamente o assunto como um problema, e os pais eram logo chamados", lembra Vera Malato, orientadora no Colégio Bandeirantes, em São Paulo. "Hoje a postura é apenas dar orientação ao aluno se for preciso."

Para boa parte dos jovens gays de hoje, a vida subterrânea nunca fez sentido. Diz o produtor de moda carioca Victor Guedes, 19 anos: "Desde que ficou claro para mim que meu interesse era pelo sexo masculino, não pensei em esconder isso dos meus pais. Só esperei a hora certa para abrir o jogo, com todo o tato". É gritante o contraste com as gerações anteriores, às quais lança luz o livro Cuidado! Seu Príncipe Pode Ser uma Cinderela (a ser lançado pela editora Best Seller), das jornalistas Consuelo Dieguez e Ticiana Azevedo. O conjunto de depoimentos ali reunido revela o sofrimento diário enfrentado por políticos, diplomatas e figurões do mercado financeiro que nunca saíram do armário. A atual geração jamais espera tanto. A idade precoce com que os gays trazem à tona sua orientação sexual chama a atenção dos especialistas. Aos 16 anos, estão ainda na adolescência - uma fase de experimentação e dúvidas. Pondera a doutora em psicologia Ceres Araujo: "Esperar que essa escolha seja eterna para todos é uma simplificação. O que dá para afirmar é que esses jovens têm grande propensão de seguir se relacionando com pessoas do mesmo sexo". Para eles, a homossexualidade está longe de ter a conotação negativa de tantos outros períodos da história. Durante as trevas da Inquisição, arremessavam-se os gays à fogueira. Na Inglaterra do século XIX, eles eram considerados nada menos que criminosos. Em 1895, num dos mais famosos julgamentos de todos os tempos, o escritor irlandês Oscar Wilde, homossexual assumido, foi acusado de sodomia e comportamento indecente. Penou dois anos na prisão. Na Hollywood dos anos 50, o agente do galã Rock Hudson arranjou, às pressas, um casamento de fachada para o ator, com uma secretária. Às voltas com fofocas sobre sua homossexualidade, ele corria o risco de perder contratos. Só em 1985, aos 59 anos e vitimado pela aids, doença que o mataria naquele ano, Hudson se assumiu gay. Num cenário inteiramente diferente, os novos gays não precisam mais passar por esse tormento. Resume o estudante mineiro Hector Gutierrez, 17 anos - típico da geração tolerância: "O dia em que eu contei a verdade a todos foi o primeiro em que me senti realmente livre e feliz".

''O limite da tolerância tem por um lado a manutenção da individualidade e por outro a inclusão do individual no social. Se isto não ocorrer, alguns perdem sua individualidade e outros são excluídos e preferem se isolar do convívio social.''

...O preconceito gera um prejuízo (e também um prejuízo). Uma idéia pré-concebida cria uma barreira para compreender a realidade. Uma pessoa que não queira ouvir, ver ou escutar, tem muitas vezes o preconceito de não aceitar que os outros possam pensar de modo diferente.A felicidade não pode vir das coisas exteriores, do corpo, mas somente da alma, porque esta e só esta é a sua essência. E a alma é feliz quando é ordenada, ou seja, virtuosa... Diz Sócrates

Segundo dados do Grupo Gay da Bahia, 2.745 homossexuais foram assassinados no Brasil entre 1980 e 2006 (67% gays, 30% travestis e transexuais e 3% lésbicas). Isto significa um GLBT assassinado a cada 2 dias. Já disseram que essa estatística é pequena para o tempo contabilizado, mas a questão é que os assassinatos não foram por diversos motivos, mas pelo único motivo que move essa causa: o preconceito.

Pesquisa Juventudes e Sexualidade', da UNESCO, realizada em escolas públicas e privadas em 14 capitais, revelou que 40% dos 16 mil alunos entrevistados não gostariam de ter um gay como colega de sala de aula. A mesma pesquisa traz relatos de como a perseguição por ser gay, lésbica, bissexual, travesti ou transexual leva à evasão escolar.

Pesquisas realizadas nas Paradas GLBT no Rio de Janeiro (2004), São Paulo (2005) e
Pernambuco (2006) revelaram que 56% dos GLBT entrevistados já sofreram agressão verbal e 19% agressão física. Um total de 69% já sofreu discriminação por ser GLBT. As travestis e transexuais mais sofreram violência física (72%), seguido dos gays (22%) e das lésbicas (9%). 32% dos gays, 32% das lésbicas e 26% das trans sofreram discriminação no
ambiente familiar. Fonte (CLAM - Centro Latino-americano em sexualidade e direitos humanos).

É a única minoria que não teve nenhuma lei específica de promoção de seus direitos aprovada pelo Congresso Nacional desde a constituinte de 1988.
Diversos são os direitos que beneficiam os heterossexuais, mas que são negados aos homossexuais, entre eles:

- não podem casar
- não têm reconhecida a união estável
- não têm garantia à metade dos bens em caso de separação
- não podem assumir a guarda do filho do cônjuge
- não podem adotam filhos em conjunto
- não podem adotar o filho do parceiro
- não têm licença-maternidade para nascimento de filho da parceira
- não têm licença maternidade/ paternidade se o parceiro adota filho
- não têm licença-luto, para faltar ao trabalho na morte do parceiro
- não recebem auxílio-funeral
- não podem ser inventariantes do parceiro falecido
- não têm direito à herança
- não têm garantida a permanência no lar quando o parceiro morre
- não têm usufruto dos bens do parceiro
- não acompanham a parceira no parto
- não podem autorizar cirurgia de risco
- não podem ser curadores do parceiro declarado judicialmente incapaz

(Fonte: Revista Superinteressante, Edição 202 - 07/2004)

Então pessoal, que nós possamos acabar com esses preconceitos, tanto com homossexual, quanto a qualquer outro assuntos. Que nós possamos conhecer antes de julgar, e aprender-mos a dá espaço, pois querem construir uma imagem forte e mostrar que querem de nós respeito, assim como nos respeitam também.

Preconceito é burrice, falta de ética e incompreensão dos indivíduos que julgam pelas aparências e são ignorantes interiormente e exteriormente.

É isso pessoal!

hoje, a apresentação do meu grupo, foi bastante informativa e espero que todos que assistiram tenho consciência do que falamos.


Beijinho,

Juliana Aquino.

terça-feira, 19 de outubro de 2010


Gente visitem meu blog!!!!
terá muitas coisas interessantes,
tanto da minha vida, como de assuntos que pode ser do interesse de todos!
Textos,imagens,fatos,projetos,noticias,eventos e etc...

beijinho,
Juliana Aquino.